EU SOU, ALGUÉM, NÃO SOU, UM NÚMERO.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Solidariedade a Teresópolis

Este Blog: Eu Odeio a AMPLA.
Se solidariza com a dor do povo Teresopolitano pela tragédia que se abateu sobre eles.
Força!
Coragem!
Se apeguem a Deus.
Se este Blog puder ser útil de alguma forma contem com ele.
Eu sou, alguém, não sou, um número.

Mais sobre as enchentes em Teresópolis

Confirmando o que citei no último post; o Portal G1 (Rede Globo) noticiou às 18:00h do dia 12 de Janeiro de 2011:

...Concessionária informa que 23 mil pessoas ainda estão sem luz na cidade...

A concessionária é a AMPLA e a Cidade é Teresópolis.

Gostaria que assim que possível, dado a dramática tragédia que se abateu em Teresópolis que os cidadãos deste município contassem sua experiência com a AMPLA.

Eu sou, alguém, não sou, um número.

Enchente em Teresópolis

Na Madrugada do dia 11 para o dia 12 de Janeiro (2011), choveu mais de 200ml (mais que o previsto para todo o mês de Janeiro). Isso é complicado, uns dizem que não haveria preparação para um volume tão grande de águas, nem em Teresópolis nem em New York (vide a nevasca de Dezembro de 2010). Outros dizem que as consequências poderiam ser menores. Eu me incluo nesta categoria.
Uma coisa fundamental em situações como essas é a energia elétrica.
A primeira coisa que caiu na madrugada, foi a chuva, a segunda foi a energia elétrica fornecida pela AMPLA!
Só por volta das 13h do dia 12 é que alguns (eu disse alguns) bairros começaram a ter a energia reestabelecida.

O texto a seguir foi extraído do Site Último Segundo (do IG) no dia 12 de Janeiro de 2011 às 18:15m:
...O major do Centro de Operações do Corpo de Bombeiros, Gil Kempers, explica que o número de vítimas pode aumentar pelas dificuldades de comunicação entre a central e os quartéis, muitos deles sem energia elétrica e sem linhas telefônicas...

Como eu já me posicionei várias vezes aqui no blog: Sem energia elétrica não se tem informação.
Mas, pode ter certeza; se o morador de Teresópolis, atrasar o pagamento da conta de luz em Fevereiro, a AMPLA certamente cortará a luz deste cidadão em Março.
Eu pergunto:
Quem cortará a AMPLA de nossas vidas?
Eu sou, alguém, não sou, um número!

domingo, 9 de janeiro de 2011

A AMPLA cortou a energia de um comércio...

Primeiros dias de 2011...
Um Pequeno comércio...
Um restaurante de comida a quilo...
As vendas caíram devido ao término das aulas e início das férias...
Dois meses de conta de luz atrasada...
A AMPLA cortou a luz...
O pequeno comércio fechou as portas...
4 funcionários desempregados...
A AMPLA está certa...
O comerciante foi um imbecil, por escolher pagar o dobro da folha de pagamento devido ao 13° salário...
A AMPLA foi certa, a final débito de conta de luz é débito de conta de luz.
Eu sou, alguém, não sou, um número.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

A Ampla e as Enchentes.

Durante as enchentes dos últimos dias (5, 6 e 7 de Abril de 2010) ao menos nos primeiros momentos as autoridades municipais e estaduais do Estado do Rio de Janeiro pediram insistentemente para que a população não saísse de casa, foram dados alertas de tempestades, (desde o dia 1º de Abril), e avisos onde a situação estava pior, onde estava melhor e/ou em fase de normalização.
As autoridades tem conhecimento de que muitas comunidades e bairros do Estado do Rio de Janeiro já estavam sem luz a muito tempo antes das enchentes?
Sem luz não tem Televisão.
Sem luz não tem Internet.
No máximo você deverá ter em casa um radinho de pilhas para ouvir alguma notícia.
Mesmo assim as pilhas acabam.
O radinho de pilhas só funciona por algumas horas.
Sem luz só se tem telefone celular por algumas horas ou minutos, isso se tiver energia elétrica nas antenas das operadoras de telefonia celular.
A grande maioria dos aparelhos de telefones convencionais são sem fio e dependem de energia elétrica para funcionar. Para sanar isso você deverá ir a uma loja especializada e tentar comprar um modelo antigo de aparelho de telefone para conviver com a falta de energia elétrica proporcionada pela Ampla.
O Modelo antigo de aparelho telefônico o único que funciona sem energia elétrica.
Sem luz elétrica NÃO TEM INFORMAÇÃO.
Sem luz elétrica você fica duplamente ilhado: pelas águas da chuva e pela desinformação causada pela falta de energia.
Ampla, sinonimo de falta de informação.
"Eu sou, alguém, não sou, um Número"

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Quem disse que toda vez que chove tem que faltar luz?

O povo fluminense já se acostumou (mas não deveria) com a seguinte situação: Choveu, faltou luz.
Quem disse que chuva tem que acabar com a energia elétrica?
Ninguém.
Simplesmente nos acostumamos com uma sucessão de empresas incompetentes que tem em seus quadros técnicos pessoas incompetentes. Fora a compra de material de 5ª categoria.
É só chover e os transformadores da Ampla explodem.

Isso só faz sentido se o material for inadequado ao trabalho.

Mas a conta de luz chega todos os meses, e ái de você se não pagar.

Eles são multados pelo governo através da Aneel, mas não pagam as multas eles "recorrem", e se perderem, "recorrem" outra vez.

Já é horrível as fortes chuvas que vez por outra assolam o Estado do Rio de Janeiro, agora, passar por isso sem luz, é muito pior.

Eu sou alguém, não sou um número.

Mais uma demonstração da incompetência da Ampla

Mesmo este blog tendo registrado, inclusive com fotos; após as fortes chuvas dos dias 5 e 6 de Abril de 2010 mais uma vez foi interrompido por horas a energia elétrica em Itaipú (bairro de Niterói) e como sempre os condomínios Grotão e Aldeia de Itaipú foram os mais sacrificados.
No dia 5 esses condomínios ficaram mais de 10 horas com energia precária. Algumas casas tinham luz, outras não e muitas só com uma fase ligada. Por volta das 15 horas do dia 6 de Abril a luz foi interrompida em todo o bairro, por volta das 20 horas a luz foi reestabelecida em Itaipú, mas como sempre os condomínios Grotão e Aldeia de Itaipú, permaneceram sem luz até 1 hora da madrugada do dia 7.



Condomínio Aldeia de Itaipú. Mais um sofredor da Ampla.

Condomínio Grotão, sempre o último a ter a luz reestabelecida no Bairro de Itaipú.

Eu sou, alguém, não sou um número.